Objetivos: Apelar a sociedade a ajudar e não excluir quem fará o futuro. assim ajudaremos á reabilitação de jovens, provenientes de bairros sociais, atendendo as suas ambições, objetivos e á sua história. De facto, tirar os estigmas que os jovens tem relativamente a eles próprios assim como os estereótipos criados pela sociedade. Consequentemente potenciar as relações diretas entre estes dois grupos de modo a haver aceitação mutua livre de preconceitos.
Quem contactar? Camaras municipais e instituições existentes, escola de segundas oportunidades
Estratégias: Acompanhamento dos jovens provenientes de bairros de modo a percebermos os contextos em que estão inseridos, ou seja, verificar as condições habitacionais/estilo de vida, a qualidade das relações interpessoais, conhecer a sua historia de modo a encontrar pontos fulcrais que permitirão encontrar a potencialidades de cada um de modo a os empoderar. Por outro lado, sensibilizar o resto da sociedade á realidade que os jovens estão envolvidos para se aperceberem que criaram estigmas e identidades sociais virtuais e pouco reais através do contacto direto e um dialogo aberto de modo a que haja o domínio de uma boa comunicação. Além disso, também poderemos utilizar cartazes, videos e palestras.
Com este projeto pretendemos criar condições de reflexão critica sobre o significado de viver num espaço de habitação social que é normalmente olhado com desprezo e muitas vezes acossado pelos meios de comunicação social. Nos bairros vivem pessoas, que gostam das suas casas, dos seus amigos, dos seus vizinhos. Pessoas que sonham, se riem, choram, trabalham e estudam como em qualquer outro lugar. Escolhemos a análise através da Arte, pois o espaço a que nos referimos teve, há alguns anos, uma intervenção que envolveu todos os seus habitantes e um dos objetivos era combater o preconceito social. Partindo do Agrupamento de Escolas e da autarquia foi criada uma equipa de colaboração para a requalificação do bairro. Os habitantes em conjunto com arquitetos, técnicos e uma artista do Porto modificaram toda a fachada dos diferentes Blocos (das casas), criando a possibilidade de intervenção na sua própria residência. As crianças, os professores entre outros profissionais, foram envolvidos na elaboração de painéis de azulejos que ainda hoje caracterizam estas habitações. Por consideramos que a melhor forma das pessoas melhorarem e respeitarem os espaços em que vivem (sendo a escola um deles) é envolvendo-as, tomamos este projeto como exemplo.
2. Como constituir o grupo de implementação do projeto? O grupo de implementação do projeto será constituído por crianças de várias áreas da freguesia de Campanha (do centro e das zonas constituídas por habitações sociais) que serão o foco principal da nossa intervenção. Para além disso, iremos solicitar a ajuda/ participação da Junta de Freguesia de Campanha e de profissionais ligados às artes/ áreas relacionadas com as atividades que iremos realizar. A participação de alguns habitantes dos bairros sociais será primordial na realização de algumas atividades planeadas.
3.Objetivos: · Valorizar os espaços de habitação social e de vida;· A importância da(s) família(s), dos amigos para o bem-estar das crianças na comunidade;· Sensibilizar a comunidade para o respeito pelos espaços de pertença e relações de vizinhança;· Criar a possibilidade de valorização dos espaços (bairro, casa e escola) através das diferentes possibilidade de intervenção artística/ intervenção pela arte. · O objetivo fulcral é desmistificar a ideia preconcebida de que a realidade dos centros das cidades é diferente da realidade vivida nos bairros sociais.
4. O que queremos alcançar? Com o objetivo fulcral anteriormente mencionado, pretendemos que as crianças olhem para o mundo duma maneira diferente da que as gerações anteriores o fazem, incutindo nelas um pensamento não estereotipado para que se prolongue pelas gerações vindouras, acabando, assim, com os “holofotes” que estão permanentemente virados para as zonas de habitação social.
5. Para quem estamos a trabalhar? Estaremos a trabalhar com as gerações futuras, em prol da sociedade.
6. Quem contactar para iniciar o projeto? Onde o fazer?Primeiramente selecionamos Campanha como a freguesia de implementação do projeto. Procuraremos a ajuda da Junta de Freguesia de Campanha para nos auxiliar com a organização das burocracias inerentes ao projeto (divulgação do projeto, inscrição e registo das crianças, tratamento de dados e asseguração da receção ao início e entrega das mesmas ao final de cada dia).
7. Que estratégias aplicar? Como estratégia principal da nossa intervenção optamos pela aplicação das artes para o desenvolvimento do nosso projeto, tendo em conta que consideramos que esta é forma mais viável de conquistar a confiança das crianças e criar uma empatia com elas, de maneira a conseguirmos transmitir-lhes aquilo que desejamos com o nosso projeto. Utilizaremos a música, o desenho, a arte de rua e o desporto como algumas das estratégias a serem desenvolvidas com as crianças. Na vertente musical iremos desenvolver com elas algumas canções alusivas aos temas do nosso projeto, assim como desenvolver danças que completem as canções. Relativamente ao desenho, este irá ser utilizado como estratégia para entendermos o que cada uma das crianças pensa e sente, sendo que irão exprimi-lo através do mesmo. Finalmente, como estratégias de multimédia optaremos por projetar alguns filmes e vídeos adequados e que transmitem o que se é esperado do projeto. Todas as evoluções e programas da semana culminam numa última atividade que se denomina “A Zona Puzzle” e consiste na construção de um mural alusivo ao tema central de todo o projeto. Conta com a participação de todas as crianças participantes, bem como de alguns profissionais relacionados com as artes às quais iremos recorrer para essa construção. Esta atividade será realizada na zona de habitações sociais e no centro da cidade.
8. Quanto tempo dura? O projeto será implementado, numa primeira estância, em Campanha e terá a duração de 1 (uma) semana. Dependendo dos resultados obtidos e do desenvolver do mesmo, iremos ou não metabolizá-lo por outras cidades sendo que, ao fazê-lo, será sob as mesmas condições estabelecidas na sua primeira implementação. Logicamente que, havendo necessidade, serão feitas alterações, em prol de um melhor funcionamento e da obtenção de melhores resultados.
9. De que forma levantamos as necessidades? Inicialmente iremos, juntamente com os colaboradores da Junta de Freguesia, fazer um levantamento das características da população com a qual iremos trabalhar, dando especial atenção à população jovem, tendo em conta que é nesta que o nosso projeto se irá focar mais. Ao nível das atividades, sabemos de antemão que iremos necessitar de uma equipa artística de maneira a dar resposta às necessidades envolvidas relativamente às mesmas. Assim, iremos analisar cada atividade ao pormenor, de maneira a selecionar o tipo de artista que precisamos para cada uma delas, reunindo, assim, a tal equipa. Consideramos importante prever algumas necessidades que possam surgir ao longo do projeto e tê-las em conta para melhorar intervenções futuras.
10. Como conseguir atenção pública? A atenção da população será atraída através do nosso site (onde constará toda a informação relativamente ao projeto e ao procedimento necessário para inscrição), da divulgação nas redes sociais da Junta de Freguesia, da distribuição direta de panfletos, de cartazes que serão espalhados pela cidade e da exposição do programa de atividades no edifício da Junta de Freguesia.
11. O projeto será sempre em parceria com instituições sociais e educativas? Quais? Sim, o projeto será sempre em parceria com instituições sociais e educativas, sendo algumas delas: associações recreativas, IPSS, associações locais e de moradores.
Tema / Assunto? Este será um projeto que, como o nome indica, fará pessoas de várias idades se encontrarem, não apenas física mas também emocionalmente, para uma partilha mútua de vivências e saberes
Como constituir o grupo de implementação do projeto? Para a implementação deste projeto iremos recorrer a um site (caso este conte com o apoio de um município) onde pretendemos que cada indivíduo, idoso ou jovem, se inscreva e fale um pouco de si, das suas experiências e do que acha que tem de bom para partilhar. De seguida será feito um “match” entre um idoso e um jovem, que passarão a formar uma equipa de trabalho de 2 ou mais elementos. Se este projeto for aplicado numa escola, o desenvolvimento do mesmo não será muito diferente. Os interessados a participarem, quer sejam alunos ou idosos, devem se inscrever na plataforma online, serão organizadas turmas em consonância com os interesses de cada um, e o projeto atuará como uma atividade extracurricular.
Objetivos – o que queremos alcançar? Como esta ideia temos como grande objetivo a troca ativa de vivências e saberes, quer dos mais velhos como dos mais novos. Lutar contra a solidão na terceira idade também é um dos objetivos, assim como enriquecer os mais novos de saberes práticos que muitas vezes a escola não ensina. ´
Para quem estamos a trabalhar? Estaremos assim a trabalhar para 2 grupos que, embora apresentem carências diferentes, podem se complementar e desenvolver um trabalho interessante juntos.
Quem contactar para iniciar o projeto? Onde o fazer? Para iniciarmos este projeto será necessário contactar um município ou agrupamento de escolas, para termos autorização de atuar e também para ter o espaço físico para pôr em prática a nossa ação. Cada turma ou grupo de trabalho contará com um colaborador que ajudará nas tarefas necessárias e de certa forma avaliará o percurso de cada um.
Que estratégias aplicar? As estratégias a usar, para atrair elementos para o projeto e para o divulgar, serão desenvolvidas em TIC para educação social, e serão um site, um cartaz, e um logótipo que será a imagem de marca deste projeto.
Quanto tempo dura? Período de 1 ano.
De que forma levantamos as necessidades? Através de diálogo e do nosso site.
Que conexões temos com outros movimentos/associações? Não tem conexões com outros movimentos ou associações.
Como conseguir atenção pública? Através da criação de uma página no Facebook, assim como a utilização recorrente do site.
Como financiar? Com a ajuda do município.
Como colecionar sugestões para melhoria do projeto? As sugestões podem ser dadas pelos integrantes do projeto.
– Como criar células metabolizadoras? (que possam dar continuidade) O projeto pode dar continuidade se a autarquia ou a própria escola em questão quiserem adotá-lo.
O objetivo deste projeto é o apoio aos sem abrigo, através de uma colaboração das escolas primárias e dos centros de apoio a estas pessoas.
A ideia principal é que as crianças passem tempo com estas pessoas, que percebam as dificuldades que têm e que tentem até distraí-los, numa tentativa destes se sentirem menos sós e de partilharem vivências.
Como constituir o grupo de implementação do projeto? Para este projeto, necessitávamos de estabelecer relações com algumas organizações de apoio a sem-abrigo, tentar perceber que tipo de tarefas é que efetuam e onde existem em maior número e quais são as suas necessidades. Posto isto, contactar agrupamentos de escolas primárias e perceber quais as escolas que estariam disponíveis e interessadas neste tipo de atividades.
Objetivos – o que queremos alcançar? Como já referido anteriormente, o principal objetivo deste projeto é o apoio a sem abrigo, perceber quais são as suas maiores dificuldades, promover a seu bem estar psicológico (uma vez que na maioria das vezes estes não têm contacto com outras pessoas e sentem-se sozinhos). Propiciar as relações dos sem abrigo com outras pessoas.Com este projeto pretendemos também elucidar as crianças para as realidades vividas por outras pessoas
Para quem estamos a trabalhar? Tanto para os sem abrigo que necessitam de apoio, como para as crianças que certamente sairão mais ricas em vivências deste projeto
Quem contactar para iniciar o projeto? Onde o fazer? Para este projeto será necessária uma primeira abordagem a organizações e centros de apoio a sem abrigo, bem como às escolas para divulgar o projeto. Este seria realizado nas áreas onde os sem abrigo passam a maioria do seu tempo.
Que estratégias aplicar?
Recorrer à ajuda das Associações de Pais para acompanharem as crianças e as organizações no apoio aos sem abrigo.
Quanto tempo dura?
Inicialmente apenas um período letivo, para perceber de que forma decorreria.
• De que forma levantamos as necessidades? Através de conversações com as organizações de apoio aos sem abrigo. Através do diálogo com os próprios numa primeira fase antes de envolvermos as crianças.
Que conexões temos com outros movimentos/associações?É necessário estabelecer parcerias com centros de apoio e organizações que apoiem sem abrigo. Relacionar-nos com escolas também será importante
Como conseguir atenção pública? Através de cartazes, da criação de uma página nas redes sociais e através da página da escola e das organizações.
Como financiar?
Tentar ter apoio das autarquias e das organizações e associações que poderiam fornecer todo o tipo de bem essencial para os sem abrigo e fornecer os transportes para as crianças. Como colecionar sugestões para melhoria do projeto?
As sugestões podem ser dadas por professores, pelos encarregados de educação e elementos das associações de pais, bem como pelas crianças e pelos sem abrigo que seriam os principais participantes no projeto Como criar células metabolizadoras? (que possam darcontinuidade)
As organizações e associações de apoio a sem abrigo em parceria com outras escolas poderiam dar continuidade ao projeto.
Como constituir o grupo de implementação do projeto? Educadores Sociais
Objetivos – o que queremos alcançar?
Criar conhecimento sobre estas duas gerações;
Combater o isolamento dos seniores;
criar atividades que ajudem à passagem de testemunho das atividades e experiencia de vida
Promover o sentimento de utilidade e comprometimento social, tal como a necessidade de ensinar e de cuidar das gerações vindouras.
Estimular a criatividade e criar um TL quer para as crianças (depois das aulas, fins de semana ou férias escolares) quer para os idosos potenciador de bem estar;
Aprendizagem intergeracional
Desenvolver novas habilidades e capacidades;
Para quem estamos a trabalhar? Idosos e crianças com necessidade de ocupação dos seus tempos livres
Quem contactar para iniciar o projeto? Onde o fazer? Contactar o centro de dia onde pretendemos implementar o projeto. Podemos fazê-lo através de e-mail, por via telefónica ou presencial.
Que estratégias aplicar?
Participam em workshops, com o intuito de desenvolver atividades potenciadoras de bem estar
Interaçao
Existem também momentos onde as crianças têm a oportunidade de partilhar os seus conhecimentos e experiências com os idosos e, assim, aprenderem em conjunto.
Quanto tempo dura?O máximo de tempo possível.
De que forma levantamos as necessidades?Através do diálogo com os participantes.
Que conexões temos com outros movimentos/associações?
Câmara Municipal;
Escolas do município (primeiro ciclo e ensino básico);
Centro de dia;
Escolas de teatro e dança;
Ginásio;
Como conseguir atenção pública? Através de publicidade em espaços públicos e nas redes sociais (ex: cartazes; panfletos; grupos no Facebook;)
Como financiar? Através de donativos, concursos em projetos de financiamento na área social, encarregados de educação das crianças e o Município.
Como colecionar sugestões para melhoria do projeto? No site que será desenvolvido para o projeto, teremos um espaço destinado para sugestões. Podem também enviar-nos um email ou contactar-nos por via telefónica
O tema do nosso projeto consiste no absentismo e abandono escolar.
Como constituir o grupo de implementação do projeto? É necessário auxiliares escolares, um psicólogo, um educador social, professor de formação cívica.
Objetivos: o que queremos alcançar. Neste projeto temos como objetivo geral promover o entusiamo, agrado e vontade dos alunos pelo sucesso educativo. E como objetivos específicos: sensibilizar para a pontualidade e assiduidade de forma a diminuir o absentismo escolar, mas também melhorar o clima escolar; melhorar a interação entre aluno e adulto; ouvir e dar a voz ativa aos alunos; propor mudança de acordo com as necessidades dos alunos; desenvolver atividades de acordo com os interesses das crianças e jovens; incentivar a responsabilidade dos alunos e permitir que a escola vá ao encontro dos interesses dos alunos.
Para quem estamos a trabalhar?
Estamos a trabalhar para alunos que apresentam grande índice de absentismo escolar.
Quem contactar para iniciar o projeto? Onde o fazer?
Para o projeto precisamos entrar em contacto com um agrupamento de escolas, que nos permita construir a horta que será essencial para a atividade. É necessário também contactar a quinta “Cantinho das Aromáticas” para possibilitar a visita de estudo dos alunos ao local.
Que estratégias aplicar?
A atividade apresenta uma componente lúdica e simultaneamente divertida e utiliza a educação didática como uma ferramenta na evolução destes estudantes. Estas atividades tem o objetivo de promover um caminho escolar assíduo, ativo e de bem-estar. Julgamos assim que a organização de uma horta é a atividade principal mais adequada aos participantes para trabalhar essas competências necessárias (ser assíduo, pontual, por exemplo). As interações na horta irão complementar por exemplo o currículo da disciplina de ciências da natureza fora da sala de aula. Deste modo os alunos terão oportunidade de ter uma aula mais didática que lhes permite explorar e aprender através experiencialismo.
Quanto tempo dura? Terceiro período letivo.
De que forma levantamos as necessidades? Procuramos ter em conta o acompanhamento dos alunos por parte dos professores e a comunicação dos mesmos com o psicólogo e educador social. Esse acompanhamento deve permitir aos alunos se sentirem mais a vontade para partilharem as suas necessidades e dificuldades no percurso escolar. Através deste ambiente mais agradável os alunos serão capazes de desenvolver o seu pensamento crítico e resolver as questões com que se deparam de forma mais independente.
Que conexões temos com outros movimentos/associações? Nenhum.
Como conseguir atenção pública?Através da divulgação do projeto pela plataforma escolar e um panfleto informativo para os pais estarem a par.
Como financiar? O projeto será financiado através da parceria com a quinta “O cantinho das Aromáticas” e através da angariação de fundos resultantes de uma feira realizada pelos alunos. Como colecionar sugestões para melhoria do projeto?Estaremos sempre recetivos à opinião e sugestões dos alunos, dando-lhes assim um papel ativo. No nosso projeto dedicaremos algumas sessões ao diálogo com os alunos acerca do desenvolvimento do mesmo.
Como criar células metabolizadoras? (que possam dar continuidade)
1. Tema/Assunto? Arte e Educação Social – Como proporcionar bem-estar nos contextos de trabalho com idosos valorizando as diferentes formas de arte
2. Como constituir o grupo de implementação do projeto? – A partir de objetivos comuns (ponto 3.)- Numa lógica de investigação ação construindo o projeto em interação e com a implicação de todos
3. Objetivos/ o que queremos alcançar? – Criar bem-estar através da prática profissional da educação social;- Valorizar as histórias de vida dos idosos:- Valorizar as experiências dos idosos com a arte, usufruindo da mesma;- Valorizar as diversas formas de arte através dos sentidos (emoções corporais, auditivas, visuais, táteis);- Criar uma rotina diferente e dinâmica no quotidiano dos idosos;- Integrar as tecnologias artísticas no acesso/usufruto às diferentes formas de arte;- Valorizar a cultura digital no trabalho com idosos
4. Para quem estamos a trabalhar? – Estamos a trabalhar para nós, construindo conhecimento que nos permita um trabalho profissional no âmbito da Educação Social
5. Quem contactar para iniciar o projeto? Onde o fazer? – Instituições, lares, centros de dia entre outras instituições de apoio social a idosos
6. Que estratégias aplicar? – Tratar os idosos como pessoas com direitos- Valorizar as suas preferências e percursos de vida – Atividades:. Pintura, escultura, cinema, música etc. . Arte popular: rancho, coro,. Arte e tecnologia artística. Acesso às diferentes exposições, concertos etc. através das TIC- Perceber o significado da arte como forma de vida;- Perceber o conceito de classe social e o que isso significa no acesso às diferentes formas de arte- Workshops- Perceber como se pode trabalhar em lares e outros contextos de idosos, valorizando as diferentes formas de arte- Potenciar o trabalho do/a educador/educadora social em contexto de trabalho com idosos Desconstruir/descodificar/quebrar o conceito atual de entretenimento e tempo livre
7. Quanto tempo dura? – 3 dias por semana (2ªf., 4ªf., 6ªf.) durante 1 mês (Agosto)
8. De que forma levantamos as necessidades? – Entrevistar pessoas que intervêm de forma profissional na arte, para uma melhor contextualização da mesma – Parcerias com instituições
9. Que conexão temos com os outros movimentos/associações? – Ligação a centros de intervenção e apoio social a idosos; associações, etc.
10. Como conseguir a atenção pública? – Com uma participação ativa, intervir nos lares e centros de dia- Redes sociais – Distribuição de panfletos em locais com muita aderência pública 11. Como financiar? – Teremos de encontrar soluções
12. Como colecionar sugestões para melhoria do projeto? – Através do nosso site, pedir que deem opiniões e avaliações acerca do fundamento, das práticas e dos objetos do projeto. Podem observar no mesmo partilhas de fotos e vídeos dos idosos em interação nas atividades propostas para uma avaliação mais consistente e clara – Os idosos com quem vamos trabalhar são também uma voz importante nas sugestões que nos possam dar para melhoria
13. Como criar células metabolizadoras? – Angariação de fundos para exposições (atuações de rua – rancho, coro; vender trabalhos manuais em feiras medievais, por ex.; apresentar uma peça de teatro à comunidade)