Educação para o Futuro

Mariana Rodrigues
 Paulo Pereira 

Projeto “+ do que Baldes”

Nos dias em que vivemos, achamos que não faz sentido a educação continuar agarrada a metodologias de carácter exclusivamente expositivo, em que uma figura autoritária “deposita” uma grande quantidade de matérias pré-selecionadas, ignorando assim qualquer interesse pessoal dos indivíduos, recorrendo apenas ao número de pontos que o aluno consegue em testes como forma de avaliar o conhecimento do mesmo. Precisamos de métodos alternativos. Precisamos de escolas baseadas na cooperação dos alunos, na capacidade de resolver problemas, possuir espirito critico, com recurso às novas tecnologias para facilitar aprendizagens, dotando ainda estes de capacidades necessárias para viver no Séc. XXI.

Objetivos:
Este projeto tem como principais objetivos:
  -Sensibilização predominantemente de alunos, pais, professores, educadores, entre outos profissionais, da existência de um enorme número de fragilidades no sistema de ensino atual, apelando assim à crítica do mesmo;
  -A procura de propostas educativas, que procurem dar enfâse na cooperação e forneçam uma aprendizagem mais acessível e criativa;
  -A procura constante da motivação, da atenção e do interesse dos alunos; a luta para que sejam sempre tidas em conta as individualidades de cada um, fornecendo ainda o apoio necessário para que cada um consiga alcançar o seu potencial;​-Interlaçar o currículo escolar com as atividades experimentais propostas;  Deverá ser elaborada a imagem de uma escola, onde é valorizado, acima de tudo o bem-estar das crianças, bem como a sua aprendizagem.​

Para quem quereríamos trabalhar?
Neste projeto foram pensadas várias propostas que possam vir a ser implementadas no ensino, mais precisamente, com crianças que entrem na escola e passem assumir o papel de alunos que frequentam o 1º Ciclo. 
 – Que estratégias aplicar?
De acordo com os objetivos do projecto, pensamos em estratégias que fossem possíveis e essenciais de  implementar nas instituições educativas. Deste modo, propomos:​-Maior poder de tomada de decisões por parte das alunos, uma vez que a escola deverá estar centrada no aluno e não o contrário;​-Criação de planos de refeições individualizados, tendo em conta as suas necessidades alimentares, já que, os nossos corpos e as suas necessidades não são todas iguais, tomando sempre atenção às alergias, ou a outros problemas associados à alimentação;
  -Organização de duas visitas de estudo por período, que levem as crianças a conhecer a comunidade;​-Criação de um espaço de leitura, lazer, escrita e cálculo, dando a oportunidade às crianças de escolher  o que querem praticar;​-Criação de um atelier de culinária, já que irá dar uso às aprendizagens essenciais que fazem parte do currículo escolar obrigatório;​-Criação de uma sala ou um espaço da biblioteca, onde os alunos possam-se encontrar com os colegas e ajudar-se mutuamente;​-“Ajudas-me?”- uma caixa de pedidos de ajuda e dúvidas anónimas. Esta será aberta todas as semanas e, numa pequena assembleia, são discutidos os problemas, aconselhados e esclarecidas as dúvidas de cada pessoa que tenha colocado um pedido na caixa;​-Não haverá a realização de testes. As avaliações serão de carácter contínuo, isto é, as crianças serão avaliadas através das atividades e experiências realizada;​-Estimular a reunião dos estudantes, numa assembleia, para que possam discutir aquilo que queiram ver mudado na escola, ou outro assunto qualquer;​-O acompanhamento por parte dos Encarregados de Educação da evolução dos seus educandos, através de apresentações a realizar no final de cada período;​-Realizar-se-ão duas vezes por périodo reuniões de pais, com o objetivo de discutir as dificuldades sentidas pelos seus educandos e de apresentar propostas que achem cruciais implementar.- Quanto tempo dura?
Como isto se trata de algo inovador, e não será fácil alterar a realidade da educação contemporânea, vamos procurar que este projeto tenha a duração de um ano, sendo que após esse período os alunos e a restante comunidade escolar decidirão se querem continuar com o mesmo.- Como conseguir atenção pública?
Pelo uso de folhetos, cartazes, e redes sociais como forma de divulgar o projeto.

Como colecionar sugestões para melhoria do projeto?
Utilizaremos questionários anónimos, entrevistas, o uso de fórums, entre outros meios.

Teatro do Oprimido e Violência no Namoro

Inês Martins 
Francisca Ondas

Projetos PessoaisProjeto de Intervenção – Como planear?

Teatro do Oprimido: Violência no Namoro

  • Objetivos gerais:

    Prevenir a violência entre jovens;
  • Sensibilizar para a temática da violência no namoro;·         
  • Propor uma realidade (teatral) que permita diferentes interpretações e propostas de transformação. 

Violência doméstica em contexto de quarentena

Teresa Ribeiro 

Matilde Costa

Título: “Ficar em casa não é razão”
Assunto: Violência doméstica em regime de quarentena.
Objetivos:  Ajudar pessoas em contexto de violência de forma não presencial ; Diminuir e prevenir o número de casos de violência; Não usar o isolamento social/quarentena como uma razão para o aumento de casos de violência;Conscientizar todos os indivíduos para os casos de violência;Oferecer ferramentas de informação a todos os indivíduos acerca deste tema;

Para quem estamos a trabalhar?
Tencionamos dirigir-nos a toda a comunidade, especificando a nossa intervenção e apoio para indivíduos que possam estar perante ou em situações de violência doméstica.

Quem contactar para iniciar o projeto? Onde o fazer?
Não tendo contacto direto com associações de apoio á vitima ( APAV,  Projeto Pandora, Projeto ALCIPE, Projeto Sophia…) pretendemos pesquisar e informar-nos acerca deste tipo de  projetos para podermos avançar com a nossa investigação.

Que estratégias aplicar?
Uma vez que o nosso projeto se centra em pessoas que se encontram em isolamento não pode ser feito de forma presencial e muitas delas não estão conscientes que podem estar neste tipo de situações. Posto isto decidimos criar um site por onde começamos a expor várias informações acerca do tema e os nossos objetivos, sendo que o nosso foco principal é usar uma estratégia dinâmica para fazer chegar às pessoas. Esta estratégia consiste em elaborar questionários onde fazemos questões acerca de possíveis comportamentos do agressor entre outras perguntas relacionadas com a violência doméstica sem revelar a identificação da pessoa que está a responder. Com este anonimato pretendemos receber a maior sinceridade possível. Após terem respondido ao questionário e consoante o resultado do mesmo, e uma vez que não somos profissionais no assunto, iremos oferecer uma pequena ajuda e encaminhar as pessoas para instituições e linhas de apoio atendendo às necessidades e á avaliação do contexto de cada um.

Também considerámos importante criar um fórum no nosso site caso as pessoas quiserem partilhar, anonimamente ou não, tal como campanhas publicitárias e um vídeo para levar às pessoas o tema. Todas estas estratégias chegarão ao público através de partilhas nas redes sociais.

-Quanto tempo dura?
Tendo em consideração às circunstâncias em que estamos a trabalhar não conseguimos determinar um tempo especifico. 

De que forma levantamos as necessidades?
Através dos questionários e seguimos com a nossa avaliação á situação.

Que conexões temos com outros movimentos/associações?
Achamos que as conexões com outros movimentos/associações estão intrinsecamente relacionadas com o nosso projeto uma vez que vamos encaminhar os nossos leitores para os mesmos.

Como conseguir atenção pública?
Através das redes sociais e do mundo digital em geral.

Como financiar?
Não considerámos que seja necessário um financiamento.

Como colecionar sugestões para melhoria do projeto?
Através de pesquisas na internet, ajuda dos professores e contactar pessoas que passaram por este tipo de situação e se sintam confortáveis em falar sobre isto.

Como criar células metabolizadoras? (que possam dar continuidade)
Para além de acharmos que estas situações vão existir sempre Os nossos objetivos vão continuar a ser os mesmos ou seja, ajudar. Não é só porque é apenas um projeto que foi criado no âmbito de uma unidade curricular, baseado numa fase de pandemia e de maior necessidade que achámos que não é um plano que não deve ser levado em frente, muito pelo contrário.  Na nossa perspetiva basta estarmos sempre presentes para dar continuidade ao projeto.

Como chegar ao poder? Se o objetivo for transformatório
 Para nós o nosso objetivo e a nossa perspetiva de “ chegar ao poder “ é saber que conseguimos ajudar e transformar a vida de alguém. 

Ninho dos Afetos

 Maria Pereira e Sara Soares 

Tema: Promover as relações afetivas em Crianças e Jovens institucionalizados.
Objetivos :  Muitas das crianças e jovens que se encontram institucionalizados rejeitam novas relações de afeto, com isto, este protejo tem como principal objetivo estimular estas para que consigam estabelecer relações afetivas com outras pessoas, com os seus cuidadores formais, po

ConViver +

Catarina Rocha 
Marina Ferreira

O abandono dos idosos.
Com este trabalho pretendemos avaliar as condições de vida dos idosos e combater a solidão dos mesmos, promovendo a saúde mental, emocional e física, através da realização de várias atividades.

Completamente Humano

Sabrina 
Isa

Pretendemos com este projeto possibilitar a criação de um espaço seguro e de confiança de modo a gerar um fortalecimento da rede comunitária e dos seus laços afetivos no combate ao isolamento social, através da participação ativa da população mais idosa. Queremos promover a autonomia e o amor próprio, desenvolvendo a empatia. No fundo, aspiramos à existência uma partilha constante, protagonizada tanto pelas pessoas mais novas como pelos idosos, com a finalidade de abrir um espaço livre para a discussão das experiências de vida destas pessoas nas mais diversas esferas: económica, social, política e de que forma originamos uma transformação efetiva na visibilidade e participação dos mais velhos. 

Visão do Mundo

Mariana Soares (3190339)
Margarida Faria (3190701)

https://avisaodomundo1920.wixsite.com/1920

Projeto de inclusão para crianças e jovens com deficiência visual.

Para além de pretendermos criar um ambiente inclusivo em sala de aula, ambicionamos traçar estratégias claras que informem, assistam, eduquem, formem e defendam os interesses destes indivíduos de modo a inclui-los inicialmente no contexto escolar e posteriormente na sociedade.

Objetivo geral: educar e emancipar as crianças e jovens com incapacidade visual 
Objetivos específicos: 
-Através de campanhas de sensibilização inteirar a comunidade sobre o que é ser deficiente visual e o que isso engloba;
-Garantir o acesso a ferramentas tecnológicas que facilitem a integração do aluno no meio escolar, com recurso às TIC;
 -Aperfeiçoar e desenvolver habilidades motoras não só do aluno com deficiência visual, mas também dos restantes alunos como forma de consciencialização; 
-Promover o bem-estar físico e mental; 
-Desenvolver a coletividade como estratégia de integração; 
-Capacitar e desenvolver a evolução pessoal e social destas crianças e jovens invisuais, através da dinamização de ateliers e atividades.

Jogar com a Memória

Margarida Serdoura, 3190322
Marta Navega, 3190356

Breve descrição: Pretendemos avaliar as pessoas em situação de demência e prestar-lhes apoio social para lhes devolver a autonomia.

Projeto de Intervenção – Como planear?– Tema / Assunto?Apoio a pessoas em situação de demência – Como constituir o grupo de implementação do projeto?Inicialmente, iremos contactar lares para perceber se têm pessoas em situação de demência e se querem a nossa ajuda, caso a aceitem, esse será o nosso primeiro foco para a implementação do projeto.   – Objetivos – o que queremos alcançar?Uma maior autonomia das pessoas;Prestar apoio psicológico e social;Utilização de terapias não farmacológicasCapacitação da Comunidade e das Instituições;  – Para quem estamos a trabalhar?Para pessoas em situação de demência e sintomas associados e para a comunidade que as rodeia.  – Quem contactar para iniciar o projeto? Onde o fazer?Contactar o município, os lares e profissionais de saúde. Fazer o projeto no lar.   – Que estratégias aplicar?Acompanhamento dessas pessoas: fazer atividades de estimulação cognitiva, ocupar o seu tempo, prestar apoio psicológico e social.Fazer parcerias com profissionais de saúde. – Quanto tempo dura?Inicialmente, 2 anos. Se correr bem ampliamos a nível de duração e de intervenção (a nossa intervenção irá ser também ao domicílio). – De que forma levantamos as necessidades?Junto dos centros de saúde, lares, centros de dia do município e hospitais. – Que conexões temos com outros movimentos/associações?Conexões com associações que possam dar apoio humano – Como conseguir atenção pública?Através da criação de páginas nas redes sociais e de um site, fazer ações de sensibilização e distribuição de panfletos na via pública. – Como financiar?Pedir patrocínios ao município e a associações. Podendo contar também com o apoio social como doações. – Como colecionar sugestões para melhoria do projeto?Analisar possíveis críticas feitas nas nossas redes sociais;Criar um fórum no nosso site para as pessoas darem as suas sugestões.   

Patinhas & Miúdos

Leonor Xará 
Jéssica Pinto

Patinhas & Miúdos

<Interação entre animais e crianças do ensino pré-escolar, com vista a desenvolver competências e características pessoais. 

Descrição: Queremos que estas crianças desenvolvam desde cedo sensibilidade para com os animais, empatia pelo outro, experienciem diferentes sensações (tato, olfato, audição e visão), expandam a motricidade, capacidade de aprender, etc… 

Reinserção de jovens problemáticos

Jorgina rocha 
Renata Pinto

Título: ‘Um olhar para o futuro’

Objetivos: Apelar a sociedade a ajudar e não excluir quem fará o futuro. assim ajudaremos á reabilitação de jovens, provenientes de bairros sociais, atendendo as suas ambições, objetivos e á sua história. De facto, tirar os estigmas que os jovens tem relativamente a eles próprios assim como os estereótipos criados pela sociedade. Consequentemente potenciar as relações diretas entre estes dois grupos de modo a haver aceitação mutua livre de preconceitos.

Quem contactar? Camaras municipais e instituições existentes, escola de segundas oportunidades

Estratégias: Acompanhamento dos jovens provenientes de bairros de modo a percebermos os contextos em que estão inseridos, ou seja, verificar as condições habitacionais/estilo de vida, a qualidade das relações interpessoais, conhecer a sua historia de modo a encontrar pontos fulcrais que permitirão encontrar a potencialidades de cada um de modo a os empoderar. 
Por outro lado, sensibilizar o resto da sociedade á realidade que os jovens estão envolvidos para se aperceberem que criaram estigmas e identidades sociais virtuais e pouco reais através do contacto direto e um dialogo aberto de modo a que haja o domínio de uma boa comunicação. Além disso, também poderemos utilizar cartazes, videos e palestras.