Teresa Ribeiro
Matilde Costa

Título: “Ficar em casa não é razão”
Assunto: Violência doméstica em regime de quarentena.
Objetivos: Ajudar pessoas em contexto de violência de forma não presencial ; Diminuir e prevenir o número de casos de violência; Não usar o isolamento social/quarentena como uma razão para o aumento de casos de violência;Conscientizar todos os indivíduos para os casos de violência;Oferecer ferramentas de informação a todos os indivíduos acerca deste tema;
Para quem estamos a trabalhar?
Tencionamos dirigir-nos a toda a comunidade, especificando a nossa intervenção e apoio para indivíduos que possam estar perante ou em situações de violência doméstica.
Quem contactar para iniciar o projeto? Onde o fazer?
Não tendo contacto direto com associações de apoio á vitima ( APAV, Projeto Pandora, Projeto ALCIPE, Projeto Sophia…) pretendemos pesquisar e informar-nos acerca deste tipo de projetos para podermos avançar com a nossa investigação.
Que estratégias aplicar?
Uma vez que o nosso projeto se centra em pessoas que se encontram em isolamento não pode ser feito de forma presencial e muitas delas não estão conscientes que podem estar neste tipo de situações. Posto isto decidimos criar um site por onde começamos a expor várias informações acerca do tema e os nossos objetivos, sendo que o nosso foco principal é usar uma estratégia dinâmica para fazer chegar às pessoas. Esta estratégia consiste em elaborar questionários onde fazemos questões acerca de possíveis comportamentos do agressor entre outras perguntas relacionadas com a violência doméstica sem revelar a identificação da pessoa que está a responder. Com este anonimato pretendemos receber a maior sinceridade possível. Após terem respondido ao questionário e consoante o resultado do mesmo, e uma vez que não somos profissionais no assunto, iremos oferecer uma pequena ajuda e encaminhar as pessoas para instituições e linhas de apoio atendendo às necessidades e á avaliação do contexto de cada um.
Também considerámos importante criar um fórum no nosso site caso as pessoas quiserem partilhar, anonimamente ou não, tal como campanhas publicitárias e um vídeo para levar às pessoas o tema. Todas estas estratégias chegarão ao público através de partilhas nas redes sociais.
-Quanto tempo dura?
Tendo em consideração às circunstâncias em que estamos a trabalhar não conseguimos determinar um tempo especifico.
De que forma levantamos as necessidades?
Através dos questionários e seguimos com a nossa avaliação á situação.
Que conexões temos com outros movimentos/associações?
Achamos que as conexões com outros movimentos/associações estão intrinsecamente relacionadas com o nosso projeto uma vez que vamos encaminhar os nossos leitores para os mesmos.
Como conseguir atenção pública?
Através das redes sociais e do mundo digital em geral.
Como financiar?
Não considerámos que seja necessário um financiamento.
Como colecionar sugestões para melhoria do projeto?
Através de pesquisas na internet, ajuda dos professores e contactar pessoas que passaram por este tipo de situação e se sintam confortáveis em falar sobre isto.
Como criar células metabolizadoras? (que possam dar continuidade)
Para além de acharmos que estas situações vão existir sempre Os nossos objetivos vão continuar a ser os mesmos ou seja, ajudar. Não é só porque é apenas um projeto que foi criado no âmbito de uma unidade curricular, baseado numa fase de pandemia e de maior necessidade que achámos que não é um plano que não deve ser levado em frente, muito pelo contrário. Na nossa perspetiva basta estarmos sempre presentes para dar continuidade ao projeto.
Como chegar ao poder? Se o objetivo for transformatório
Para nós o nosso objetivo e a nossa perspetiva de “ chegar ao poder “ é saber que conseguimos ajudar e transformar a vida de alguém.








